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Uma Forte Sobrevivente de Cancro da Mama

Uma Forte Sobrevivente de Cancro da Mama

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Uma Forte Sobrevivente do Cancro da Mama.

Quando o Seguro de saúde e um membro da família a decepcionaram, Suzanne teve de se apoiar na sua própria força para seguir em frente

 

Faz parte da nossa série da Amoena Life Magazine: Suzanne passou por uma mastectomia bilateral em 2000/2001. A partir daí a sua vida mudou radicalmente.

O facto de ser uma sobrevivente forte do cancro da mama não impediu Suzanne de perceber que ela é uma mulher de sorte, no que respeita às coberturas médicas – as cirurgias e tratamentos a que foi submetida estavam cobertas pelo seguro de saúde do seu emprego, com uma companhia de Seguros de renome.

Mas a sua jornada está repleta de problemas com a comunicação médica. “Lembro-me vagamente de receber uma chamada telefónica do laboratório de mamografias dizendo-me que tinham encontrado algo suspeito mas não era cancro”, conta Suzanne. De facto ela recebeu esta mesma mensagem mais duas vezes, mas após vários testes adicionais, um cirurgião que ela nunca tinha visto antes perguntou-lhe abrutamente: “O que vamos fazer com o seu cancro da mama?”

Dizer que recebeu um choque é insuficiente.

Em retrospetiva, Suzanne gostaria de ter recebido mais informação e a compaixão que sabe que merecia num momento difícil. Este ritmo apressado e impessoal constitui uma das queixas mais comuns do serviço de saúde dos Estados Unidos. Por exemplo, quando ela questionou a sua companhia de seguros se sabiam de algum grupo de apoio, foi-lhe sugerido que criasse o seu próprio! Suzanne também acredita que o tempo de recuperação dela no hospital foi demasiado curto – sentiu-se claramente empurrada da porta para fora. Parece que ser uma sobrevivente forte de cancro da mama era a única opção possível para ela.

Como muitas mulheres, a jornada da Suzanne incluiu desgosto e tristeza, depressão e, mais recentemente, a descoberta de uma nova força: ela deixou o marido que nunca a apoiou, perdeu mais de 40 Kgs e começou a usar a prótese adesiva Contact da Amoena, que ela adora. Apesar de 12 anos a dizer “Basta!” aos hospitais e cirurgias, Suzanne fez uma segunda tentative de reconstrução.

Nem sempre temos a vida que desejamos, e muitas vezes temos de mudar para nos acomodarmos à vida. Tornar-se mais forte após o cancro da mama pode ser uma inspiração para outros, para aqueles que precisam de um modelo que os ajude a descobrir a sua própria força. Suzanne mostra-nos o que significa ser forte ao ultrapassar os seus desafios pessoais e ao partilhar a sua história. Ao longo de todo o processo ela também compreendeu a importância de ser alguém que apoia os outros e que transmite confiança. Apesar das dificuldades que teve de enfrentar, ela sabe que esta força recém encontrada, quer tenha sido por escolha ou não, foi conquistada e vai levá-la sempre para a frente.